Procon Sergipe participa de eventos em São Paulo

Diretora do órgão participou de congresso do Ministério Público do Consumidor e de reunião do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor

Na última semana, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Sergipe), vinculada à Secretaria de Estado da Justiça e de Defesa do Consumidor (Sejuc), participou, na cidade de São Paulo, de dois importantes eventos voltados ao consumidor. A 31ª Reunião do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) reuniu representantes de órgãos de defesa do consumidor de todo o país na capital paulista. O evento, realizado no dia 13 de setembro, foi marcado por debates e acordos que visam fortalecer a proteção dos direitos dos consumidores em território nacional.

Já com o tema “Os desafios para a adequada tutela do consumidor”, o XXI Congresso Nacional do Ministério Público do Consumidor aconteceu entre os dias 13 e 15 de setembro com painéis e palestrantes que abordaram assuntos contemporâneos sobre o Direito do Consumidor.

Na ocasião, o Procon Sergipe foi representado pela diretora do órgão, Raquel Martins. Para ela, tais eventos são de extrema importância não só para o estreito diálogo e troca de experiências entre os órgãos de defesa do consumidor, mas para que sejam discutidas ações que sejam efetivas na prevenção e repressão aos conflitos que existem nas relações de consumo.

“Diariamente, nós trabalhamos para atender às demandas dos consumidores sergipanos que nos procuram de forma presencial, pelo site ou pelo telefone buscando informações ou fazendo denúncias e reclamações. Quando participamos de eventos como esses, em que pessoas do país inteiro estão dividindo as suas experiências, nós nos atualizamos e podemos ajudar ainda mais a população de Sergipe”, comentou.

Durante a reunião do SNDC, o secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous, destacou o enfrentamento pela pasta de temas sensíveis para os consumidores, como transporte aéreo, planos de saúde e endividamento.

“Não se trata de agendas abstratas. Nós estamos falando do povo, de nós, da população, de pessoas que sofrem, por exemplo, quando um plano de saúde descredencia um hospital, interrompe um tratamento de quimioterapia. Estamos falando de pessoas que chegam aos guichês dos aeroportos e têm seus voos cancelados, pessoas que mergulham na miséria por conta do superendividamento. Estamos falando de seres humanos de carne e osso, vulneráveis, e que precisam da nossa atuação firme e organizada”, apontou.

Última atualização: 20 de setembro de 2023 10:00.